quarta-feira, 14 de outubro de 2020

Promotores de evento lamentam falta de apoio e repudiam indiferença da Prefeitura de João Pessoa acerca da retomada de atividades

Segundo ele, a insatisfação com a não liberação dos eventos deixa toda a categoria apreensiva. Atualmente só em João Pessoa, a Apage representa mais de 200 empresas. (Foto: reprodução)

Enquanto a maioria das atividades já foram retomadas em toda a Paraíba, os eventos ainda seguem paralisados e a situação preocupa os profissionais da área. Em entrevista ao ClickPB, o presidente da Associação do Promotores e Profissionais de Grandes Eventos (Apage), Fábio Henrique, lamentou a falta de apoio e a indiferença com que o caso está sendo tratado pelas autoridades. Segundo ele, diversas reuniões já foram realizadas, mas até o momento, nenhum retorno foi dado por parte da Prefeitura de João Pessoa, responsável pela liberação dos serviços. 

Ele denuncia o tratamento 'indiferente' que a categoria vem recebendo, já que mesmo com a realização de uma reunião com o secretário de saúde do município, nada foi feito até agora. Segundo ele, a insatisfação com a não liberação dos eventos deixa toda a categoria apreensiva. Atualmente só em João Pessoa, a Apage representa mais de 200 empresas entre: promotores de evento, artistas, técnicos e empresas da cadeia produtiva como segurança, porteiros, transporte, comunicação, estrutura, som, luz e etc.

"Estamos sem nenhuma novidade. Iniciamos o diálogo com a Prefeitura e o Governo do Estado há 15 dias. O Governo do Estado deixou claro em concordância com o STF que o papel de flexibilizar é das Prefeituras. A Prefeitura de João Pessoa, nos trata de forma indiferente, parece que nem existimos. O Secretário de Saúde, Adalberto Fugêncio, até nos recebeu, mas não houve nenhum novo contato. E o Prefeito, ainda participa de evento político em casa de show que está fechada pela própria Prefeitura", criticou a falta de apoio. 

Ainda segundo ele, a PMJP ficou de dar um retorno desde a semana passada e até o momento nada foi feito. "Eles ficaram de nos passar sobre a articulação com a vigilância sanitária e o próprio prefeito. Até agora nada. Seguimos assim, sem qualquer horizonte, sendo o único setor da economia a estar ainda totalmente 100% parado", denunciou. 

Fonte: Emmanuela Leite

Matéria retirada do portal ClickPB

Postado por Juarez Neto


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