terça-feira, 17 de março de 2020

Secretário de Saúde de Campina Grande se reúne com hospitais privados e filantrópicos para discutir estratégias sobre Coronavírus

No encontro, o secretário de Saúde apresentou as medidas do decreto de emergência em saúde, que foi assinado na manhã desta segunda-feira, pelo prefeito Romero Rodrigues. (Foto: Reprodução)
O secretário de Saúde de Campina Grande, Filipe Reul, realizou uma reunião com os diretores dos hospitais privados e filantrópicos da cidade, na tarde desta segunda-feira (16), para discutir as estratégias voltadas para assistência hospitalar aos casos de Covid-19. A reunião aconteceu na sede da Secretaria de Saúde e contou com a presença de representantes dos hospitais da FAP, Clipsi, João XXIII, Santa Clara, Dr. Maia e Targino, além do Hospital de Trauma.
No encontro, o secretário de Saúde apresentou as medidas do decreto de emergência em saúde, que foi assinado na manhã desta segunda-feira, pelo prefeito Romero Rodrigues. De acordo com o documento, as UPAs serão a porta de entrada para os casos suspeitos de Coronavírus e o Hospital Municipal Pedro I será a unidade de referência para a Covid-19, com dois leitos de UTI e outros dois para observação e isolamento.
 
Filipe Reul explicou que o Pedro I tem capacidade para triplicar o quantitativo de leitos para Covid-19. Porém, a cidade precisa contar também com uma rede integrada com os hospitais privados e filantrópicos.
Ainda segundo o secretário, ao todo, Campina Grande dispõe de 160 leitos de UTI habilitados para atendimento adulto, neonatal e pediátrico. Destes, 136 são do SUS (distribuídos tanto nos hospitais públicos quanto na rede conveniada particular e filantrópica) e 24 privados.
 
PROVIDÊNCIAS - Como encaminhamento da reunião, ficou definido que cada serviço hospitalar irá apresentar seu planejamento para os casos de Covid-19 até a próxima sexta-feira. No entanto, a FAP adiantou que já reservou dois leitos de UTI para os pacientes com Coronavírus e o João XXIII também antecipou a disponibilização de outros 36 leitos para observação.
 
Outras medidas acordadas de efeito imediato foram a limitação das visitas a todos os pacientes internados nos hospitais e a suspensão dos estágios supervisionados para diminuir o fluxo de estudantes nas unidades pelos próximos 60 dias.

CLICKPB

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