sábado, 8 de fevereiro de 2020

Autor do pedido de Impeachment: há provas para afastamento e para prisão preventiva

Foto: Ascom
Foto: Ascom
O deputado estadual, Wallber Virgulino (Patriota), autor do pedido de impeachment contra o governador João Azevedo (Cidadania) e da vice, Lígia Feliciano (PDT) rebateu as declarações do deputado federal, Damião Feliciano (PDT), que fez duras criticas a ação do parlamentar afirmando que nem João e nem Lígia cometeram crime de responsabilidade para fundamentar tal afastamento dos dois da administração estadual.
Virgulino afirmou que no documento proposto não há tão somente provas que justificam o impeachment como há também fatos que fomentam a prisão preventiva dos dois governantes. Ele também rebateu a acusação de que os deputados estariam a serviço do presidente da Casa, Adriano Galdino (PSB), único beneficiado do processo para assumir o governo da Paraíba.
“O deputado só me elogiaria se eu tivesse pedido apenas o impeachment do governador e deixasse o governo para mulher dele, mas a nossa análise não é somente política, mas jurídica. E eu não entrei com esse pedido para prejudicar ou desmoralizar ninguém. Tenho independência política não sou vinculado a nenhum grupo. Portanto, o presidente Adriano não tem qualquer poder sobre mim. Aliás nenhum político desses tem influência sobre minhas ações”, afirmou o deputado.
Segundo ele, esse é termômetro registrado pelas ruas e que o pedido de impeachment além de comprovar os crimes de responsabilidades, a sociedade quer ter o poder de escolher um candidato livre de vícios.
“E se o povo quer, eu materializo. Meu mandato está a serviço do povo. Nosso mandato foi construído com o apoio do povo”, externou.




PARAIBA ONLINE COM Hacéldama Borba

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