sábado, 4 de janeiro de 2020

Livânia afirma que Zennedy pediu R$ 1 milhão para campanha de Lucélio e chegou a receber R$ 300 mil

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Como consequência das investigações da Operação Calvário, a ex-secretária de Estado da Administração, Livânia Farias, citou em delação premiada, realizada no ano passado, o secretário de Desenvolvimento Urbano da gestão do prefeito Luciano Cartaxo (PV), Zennedy Bezerra, como suposto operador da campanha de Lucélio Cartaxo (PV) para senador, em 2014.
Operação do Gaeco investiga esquema de propinas que beneficiariam agentes políticos através de OSs na Saúde. Os desdobramentos da Operação Calvário sinalizam que o escândalo que envolve esquema de propinas com OSs da Saúde vai muito além do núcleo girassol na Paraíba.
Um trecho da delação da ex-secretária de Estado da Administração, Livânia Farias, realizada em abril do ano passado, em que cita o secretário de Desenvolvimento Urbano da gestão do prefeito Luciano Cartaxo (PV), Zennedy Bezerra, como suposto operador da campanha de Lucélio Cartaxo (PV) para senador, em 2014
No delação premiada, Livânia afirma que Zennedy teria se encontrado com Waldson de Souza no Hotel Nord, em Cabo Branco, para tratar das despesas de campanha do irmão gêmeo do prefeito, que na época foi candidato a senador pelo PT, partido que ainda era filiado, na chapa majoritária encabeçada pelo candidato à reeleição ao Governo, Ricardo Coutinho (PSB).
Nas tratativas, Zennedy teria pedido R$ 1 milhão inicialmente, depois baixou para R$ 600 mil e que finalmente teriam sido entregues R$ 300 mil em espécie nas mãos do auxiliar direto de Luciano Cartaxo. O local da entrega desse valor foi no Canal 40, onde se produzia todo o marketing das campanhas socialistas nos últimos anos.
No ano passado, na delação feita por Livânia Farias nas investigações da Operação Calvário, a ex-secretária de finanças do município de João Pessoa e de administração do Estado da Paraíba falou sobre contrato feito com firma de advocacia para a Prefeitura de João Pessoa, pagamento de propina por parte do escritório, ajuda financeira na campanha eleitoral de 2010 e apreensão de R$ 81 mil em 2011. O G1 teve acesso ao do depoimento de Livânia.
A colaboração foi feita no âmbito da operação Calvário e desencadeou uma denúncia protocolada pelo Ministério Público da Paraíba
PB Agora com informações do Paraíba Já

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