domingo, 15 de dezembro de 2019

Em investigação, Lava Jato confunde megatraficante com corretor imobiliário

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Foto: reprodução
Um corretor de imóveis morto há dois anos foi confundido pela Polícia Federal com um megatraficante de drogas em um relatório que baseou a operação Patrón, última fase da Lava Jato, deflagrada no mês passado.
A informação foi divulgada pelo site UOL que revelou que a PF usou dados da lista de contatos telefônicos de uma empresária para apontar suspeitas de sua relação com traficantes de drogas. O número de “Cabeça Branca” como era conhecido o traficante estava no celular da empresária e para a PF, tratava-se do narcotraficante Luiz Carlos da Rocha, preso em julho de 2017, considerado um dos maiores criminosos do país.
Porém, o telefone listado pela PF não pertence ao criminoso, mas é o antigo telefone comercial do corretor de imóveis Luiz Milton Leonardo de Almeida, falecido em 2017 e cujo apelido também era “Cabeça Branca”.
De acordo com a publicação, a viúva do corretor, ainda utiliza o número citado no relatório da PF para manter negócios fechados pelo seu falecido marido.
A reportagem do site entrou em contato com a viúva que confirmou o erro da investigação.
Paraiba.com.br

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